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e-mail e internet: política de uso e acesso
Como seus funcionários se utilizam das novas tecnologias no ambiente de trabalho?

 

 

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a informação médica e de saúde na internet e sua juridicidade
Arcabouço jurídico para sites de medicina ou de saúde presentes na Internet.

 

 

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O planejamento tributário deve fazer parte do dia-a-dia das empresas.

 

 

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validade jurídica das estruturas de internet
Expor sua empresa ou seu produto na internet é algo que dever ser feito com responsabilidade.

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Protegendo e mantendo seu nome de domínio.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Bem-vindo à extensão virtual de um escritório especializado em encontrar respostas aos desafios que seus negócios enfrentam na nova economia de Internet. Dominando significativo conhecimento em Direito Empresarial, nosso apoio jurídico faz a diferença em seus negócios.

 

 » É tempo de encarar o fato de que a concepção atual de Direitos Autorais é ultrapassada
A grande mídia usa a tecnologia e a lei para controlar a cultura e a criatividade. Mas contra esta opressão surgem alternativas legais. A Creative Commons, criada nos EUA em 2001, tendo como um de seus mentores o Prof. Lawrence Lessig, da escola de Direito de Stanford, tem como objetivo criar um "meio termo legal" entre o "todos os direitos reservados", dos contratos de direito autoral tradicionais, e o domínio público. O uso das licenças criadas pela Creative Commons pode se aplicar a qualquer produção: música, literatura, cinema, fotografia, obras multimídias, etc. Mais informações...

 

» Sistemas de troca de arquivos vencem importante batalha jurídica
O tribunal federal de apelações dos Estados Unidos concluiu que os criadores de softwares para redes ponto a ponto (P2P) não são responsáveis pela maneira como os usuários utilizam os programas. Os juízes americanos afirmaram que a estrutura das redes P2P impede que os criadores de software sejam capazes de exercer controle sobre os usuários. O texto da decisão diz que o caso tinha paralelos com processos anteriores, que não aceitaram o pedido de proibição de videocassetes apesar da utilização dos aparelhos para fins ilegais.

"O mesmo princípio vale para as pessoas que fabricam pés-de-cabra e não são responsáveis pelos roubos que podem ser cometidos com esses pés-de-cabra", afirmou Fred von Lohmann, advogado da empresa de softwares StreamCast, responsável pelo Morpheus.

Veja aqui a íntegra da decisão (arquivo “pdf” em inglês)

 


 

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